segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Instambul









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COMPOSTEIRA


É muito fácil fazer adubo orgânico com a ajuda das minhocas.
1. Arranje uma caixa de madeira ou plástico e forre com plástico, lembre-se de fazer uns furinhos no fundo para não acumular água;
2. Coloque uma camada de terra (2 centímetros) no fundo da caixa;
3. Adicione restos vegetais esmagados em pequenos pedaços (cascas de legumes, restos de verduras ou aparas de relva recém-cortada, por exemplo: restos de poda, relva cortada, folhas, verduras não utilizadas, borras de café, cascas de ovos. Cascas de cebolas, batatas ou frutas. (Observação: não inclua restos de comida para não atrair moscas ou roedores e evitar o mau cheiro)), formando uma camada de mais ou menos 2 centímetros;
4. Coloque uma camada de 2 centímetros de esterco seco de vaca, de galinha ou coelho (use sempre luvas de plástico para lidar com o estrume);
5. Cubra com uma camada de terra de mais 2 centímetros;
6. Repita os passos 3, 4 e 5 até encher a caixa;
7. Regue com um pouco de água, de modo que fique tudo bem húmido. Mas não deixe encharcar;
8. Coloque duas ou mais minhocas (você pode encontrá-las na terra em locais mais húmidos e frescos do jardim);
9. Cubra tudo com um pouco de palha seca (restos de relva), para manter a humidade e ficar bem fresquinho.

Mantenha a caixa na sombra e protegida da chuva. Reponha mais água, sempre que necessário não esquecendo que as minhocas gostam de humidade mas não de encharcamento. Lembre-se de lavar bem suas mãos sempre que lidar com composteira.
O húmus estará pronto quando você não conseguir identificar mais as diferentes camadas que foram colocadas na caixa. O adubo assim produzido é conhecido como húmus de minhoca ou vermicomposto e é óptimo para as plantas em vasos, jardim ou horta.


Aqui está uma composteira fácil de fazer com dois recipientes de plástico

Sobreiros cantenários a abater em Tortosendo...

Na emissão do Portugal em Directo, programa da RTP1, passou uma reportagem sobre o caso dos 3 000 sobreiros do Tortosendo (Covilhã), situados em 83 hectares de terrenos das Reservas Agrícola e Ecológica Nacionais. Recorde-se que a autarquia local quer destruir esta mancha de sobreiros, com uma justificação que varia entre a necessidade de ampliar a Zona Industrial do Tortosendo e a necessidade de instalar um Projecto de Interesse Nacional (PIN) que "ninguém" conhece!
SOBRANCEIRO ESTE PRESIDENTE DA CÂMARA!

terça-feira, 21 de outubro de 2008

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Feiras em jardins públicos

Feira de Produtos de Agricultura Biológica
Sáb: 9h-15h


Esta feira comercializa uma variada gama de produtos, desde produtos hortícolas e frutas, plantas aromáticas e medicinais a frutos secos, ovos, compotas de frutas e legumes, mel, vinho e azeite. É o tipo de mercado que, pelas suas características, permite o contacto directo dos produtores com o público consumidor, assim como a venda directa dos produtos biológicos da época.

Crafts & Design na EstrelaAo longo do ano no 1º Domingo de cada mês: 9h-18h


A Crafts & Design no Jardim da Estrela decorre desde Setembro de 2006, promovendo o design e o artesanato contemporâneo urbano através de produtos criados 100% de raiz. Originalidade, criatividade e talento são as principais características que definem esta iniciativa e os principais requisitos de participação.

Internet: crafts-design-no-jardim-da-estrela.blogspot.com/

Jardim de São Pedro de Alcântara











As rosas apesar de singelas florescem em Outubro, a surpresa maior foram os fetos que naturalmente voltaram a povoar a cascata.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

sábado, 27 de setembro de 2008

Espaços verdes em Lisboa

Alerta-se a Câmara Municipal de Lisboa para as caldeiras de algumas árvores de alinhamento (Jacarandás) que foram preenchidas com cimento na Rua Rodrigo da Fonseca:
-Em frente aos números de polícia 8, 15 e 17 (sector entre a Rua Alexandre Herculano e Rua Nova de São Mamede).





As caldeiras existem para as árvores crescerem e absorverem a água da chuva, não é para serem cimentadas e asfixiarem as árvores.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Borboleta dos gerânios





A borboleta dos gerânios (sardinheiras)põe os seus ovos isoladamente sobre as folhas e os caules dos gerânios.As lagartas verdes passam despercebidas enquanto jovens e vão comendo primeiro as pontas floridas da planta, e depois quando crescem perfuram os caules devorando o interior da planta e provocando a sua morte.Esta borboleta é africana mas com as alterações climatéricas, chegou à Europa, instalando-se em zonas de clima Mediterrâneo passando agora a ser uma praga.
Para que as nossas sardinheiras não morram após o outono,já existem produtos que combatem esta praga, salvando assim os gerânios das nossas floreiras e vasos.
~

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Guerrilha verde

Plantam canteiros abandonados nas cidades e denominam-se guerrilha verde.

arquitectura verde

terça-feira, 9 de setembro de 2008

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

O que plantar em setembro



Um sítio da BBC com dicas para plantações no mês de Setembro.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Uma semana no campo

Há muitos anos que não ía à Beira Alta (concelho de Sabugal)que é o local de origem da família do meu pai.Meu pai restaurou uma casinha pequenina ( a casa maior da quinta, ardeu num incêndio florestal)e eu fui conhecê-la.
Uma semana de descanso absoluto com passeios pelo campo que nesta altura está um pouco seco.Gostei muito das casas que entretanto foram sendo restauradas,apesar de existirem muitas abandonadas. O que mais me fascinou (sempre assim foi),foi a quinta,com as suas casas abandonads e o rio Côa no seu azul profundo a passar rápido no açude.Fiquei com vontade de voltar em Junho...


A aldeia do Baraçal:










A quinta de Roque Amador


A capela da quinta




Castanheiro com vários séculos


Vista geral da quinta(abandonada)


A casa arruinada depois do incêndio, onde se vê ainda uma roseira resistente à passagem do tempo


Lugar dos antigos portões da casa (desaparecidos)


O complexo habitacinal com as três casas principais


O rio Côa


O azul da água na represa do moinho




Vista geral junto ao rio


O moinho de água em ruínas


Data da construção do moinho