domingo, 8 de fevereiro de 2009
Mineo Mizuno



Coexistence is an elegant new installation that integrates ceramics and horticulture by Mineo Mizuno and opening at the Samuel Freeman on February 14. Mizuno, an artist with an expertise in glazes, starts with large pebble forms that are dotted with holes, then planted with moss. After a precise schedule of shade and mist, the moss develops into an organic glaze. The outer covering remains responsive to the effects of temperature and moisture.
sábado, 7 de fevereiro de 2009
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Cogumelos
Magnolia x Soulangiana - Tulipeira
São das minhas árvores preferidas.As flores brncas ou rosa, são belíssimas e abrem no Inverno.Este exemplar encontra-se no jardim da Gulbenkian.
Camellia

O genero Camellia L. foi dedicado por Linneu á memoria de Jorge José Camellius ou Kamel, jesuita moravio que viajou pela China e Japão, e escreveu a historia das plantas da Ilha Luzon, uma das Philippinas, inserida no terceiro volume da “Historia Plantarum” de John Ray.
Este genero pertence á familia das Ternstroemiaceas e comprehende cerca de 16 especies, originarias da Asia tropical e subtropical, China e Japão.
As innumeras variedades ou raças que hoje se cultivam descendem principalmente da Camellia Japonica L., originaria da China e Japão. Vulgarmente dá-se a esta planta o nome de Rosa do Japão e Camellia.
Existem aproximadamente umas 130 variedades ou raças de Camellias portuguezas obtidas por semente, a maior parte no Porto.
Adolpho Frederico Moller, Jornal de Agricultura e Horticultura Prática, Porto, 1894
A camélia Augusto Leal de Gouveia Pintoé uma camélia portuguesa e foi uma das 200 plantas notáveis (e uma das duas únicas camélias) escolhidas em 2004 por uma comissão de especialistas da Royal Hoticultural Society para celebrar o bicentenário da instituição.
sábado, 31 de janeiro de 2009
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
ESPAÇOS cada vez menos VERDES em Lisboa
Arquivo fotográfico da LAJB - 2007
Outro dia passei naquela rua onde já tinha passado tantas vezes e reparei na FALTA de qualquer coisa.A grande árvore que há décadas derramava a cor das suas belas flores lá do alto do jardim do palácio Braancamp para a Travessa do Conde de Soure.O palácio é propriedade da CML e nele funciona uma repartição da mema. O jardim foi sendo devorado pelo estacionamento dos senhores funcionários da repartição.A árvore foi a última LIQUIDAÇÃO. Lamentável o seu desaparecimento.Será que o Dr.Sá Fernandes sabe que isto ainda acontece em Lisboa?
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Araucária no séc XV?
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
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