terça-feira, 9 de outubro de 2007

Quinta de Villar d'Allen

A actual Quinta de Villar d’Allen resultou da junção de algumas velhas quintas.Visitei-a pela primeira vez no dia 6 de Novembro, num dia esplendoroso de sol.A quinta que já "conhecia" de uma visita ao site na Internet,é magnífica.A senhora d'Allen recebeu-nos com uma grande simpatia,fazendo comnosco um pequeno percurso pelas alamedas,vasos e urnas barrocas atribuídas a Nazonni, bosque,tanques e fontes,árvores centenárias e pérgulas.A sul e poente há um jardim formal “à francesa”, construído em 1790 por Manuel Simões e a norte e nascente, existe um parterre concebido por João Allen entusiasta dos "jardins paisagistas" tão em voga na Inglaterra daquela época.Fiquei encantado com a simpatia da referida senhora e com a beleza do local.É de facto um local único que faz parte da história do Porto.Um local a preservar para as gerações futuras pela sua grande colecção de camélias,algumas delas únicas no mundo,pela história das suas grandes árvores, pelos acontecimentos que ali tiveram lugar no tempo da Guerra Civil.
No final podem-se escolher plantas lindas para comprar;as japoneiras são uma tentação mas há muito por onde escolher.
Que bonito aquele final de tarde.







































http://www.villardallen.com/

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Pluméria


Nome Científico: Plumeria
Nome Popular: frangipani, árvore-pagode
Família: Apocináceas
Origem: América Tropical

A Plumeria é uma arvore da América Tropical que atinge cerca de 4 a 8 m de altura.Tem caules grossos de casca lisa, acinzentada. Os ramos de aspecto suculento segregam uma seiva leitosa, quando cortados ou podados.Tem folhas verde-escuras, com cerca de 30 cm de comprimento que nascem na ponta dos ramos e caem no Inverno/Primavera nos países não tropicais.

Do Verão até o Outono as fores da pluméria podem ser apreciadas, reunidas em grandes inflorescências terminais, nas cores vermelha,creme,branco ou rosa, exalando um delicado perfume semelhante ao do jasmim.

A pluméria requer sol pleno e para viver fora do clima tropical deve ser recolhida ou ficar abrigada durante o Inverno.No Algarve pode ficar perfeitamente no exterior.No jardim público de Tavira vivem umas há anos.Em Lisboa conheço uma rapariga que tem uma num vaso do terraço abrigado e dá flores (rosa com centro amarelo) maravilhosas.Não tolera solos demasiado encharcados nem geadas. Multiplica-se por sementes ou estacas.
Na Tailândia onde estive de férias vi no hotel uma pluméria com sementes que resolvi trazer.
Junto as fotos da evolução das sementes trazidas em meados de Agosto.









Também trouxe umas estacas que deixei secar durante uma semana e que plantei com hormonas de enraizamento ; espero ter algum resultado, vamos esperar.Acho que não vou regar muito para não apodrecerem.


Mas esta experiência de plantar estacas de pluméria não é totalmente nova.Quando fui ao Bali tinha trazido uma estaca de um templo,que pegou,e tem vindo a desenvolver-se lentamente.

Templo Pura Luhur Ulu Watu - Bali




Árvores de plumérias de flores branca e rosa -Bali



Início da estaca antes de ter folhas



Arbusto de pluméria plenamente desenvolvido com dois anos de idade e a pedir para ser trasplantado para um vaso maior.

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

sábado, 1 de setembro de 2007