domingo, 27 de março de 2011

Clematite






Só há dois anos encontrei à venda, estas magnificas trepadeiras, que já conhecia dos jardins ingleses.Dão-se muito bem em Lisboa e as suas flores estraordinárias enchem de beleza qualquer parede do jardim ou varanda.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Túlipas selvagens

Tulipa sylvestris, chamada Túlipa Selvagem é uma espécie vegetal que pertence à família das Liliáceas.Existem cerca de 10 tipos de túlipas selvagens na Europa.
Planta rara, pode ser encontrada em vinhas, campos abandonados e em terrenos rochosos.




Portugal



Esta foto veio daqui

Associação de túlipas selvagens aqui.
Encomenda de túlipas silvestres aqui.

Narcisos






Tête à Tête

 

quarta-feira, 9 de março de 2011

terça-feira, 8 de março de 2011

quinta-feira, 3 de março de 2011

Orquídeas









O mês de Março trouxe-me finalmente a alegria de ver as primeiras flores desta orquídea. Apesar de terem ficado um pouco picadas com a trovoadas deste inverno, são lindas.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Notícias da varanda


O cheiro a Primavera dos primeiros jacintos...


a mancha de cor das frésias que todos os anos voltam a crescer...

os botões do jasmim...


os botões da orquídea.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

As primeira folhas do ano...


No jardim de São Pedro de Alcântara na tarde de 24.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Cherry Trees in Bloom along the Embankment of the Tama River



ANDO HIROSHIGE
One Hundred Famous Views of Edo
Date:
1856 - 1858

A universidade do Minho



Este costume medieval de podar as árvores desta maneira, fez escola em Portugal; passou pelo Absolutismo, Despostismo Iluminado, Liberalismo , república, ditadura , período revolucionário, e em pleno séc XXI, continua a fazer razias...até em Universidades .

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Os primeiros narcisos








Narcissus Suzy

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

muscari




Este abelhão visita todos os dias os muscaris pela manhã.

Prédios abandononados onde crescem árvores




Lisboa tem destas coisas.Quando o património imobiliário fica anos a fio a ver se cai, acontecem coisas destas ... na Rua de Santa Marta, uma árvore teve tempo de crescer e desenvolver-se (sem problemas de nutrientes ou água no Verão) até atingir a altura que se vê!

Jardim do palácio Galveias - Campo Pequeno






O Palácio Galveias, que hoje em dia alberga uma das bibliotecas municipais de Lisboa, é um dos mais bonitos palácios nobres de Lisboa do século XVII e um dos melhores exemplos de casa nobre portuguesa seiscentista.

Está localizado na freguesia de Nossa Senhora de Fátima, diante da Praça de Touros do Campo Pequeno e ao lado da sede da Caixa Geral de Depósitos. Apesar de hoje em dia, a sua localização ser central em Lisboa, quando foi construído, em meados do século XVII, destinou-se a casa de campo dos Marqueses de Távora, permanecendo na família até 1759, data em que confiscado pelo Estado no âmbito do célebre processo dos Távoras.

Em 1801 foi adquirido por D. João de Almeida de Melo e Castro, 5.º Conde das Galveias, recebendo na altura obras de restauro. Uns anos mais tarde foi comprado por Braz Simão.

Em 1928, entrou na posse da Câmara Municipal de Lisboa, entidade que aí veio a instalar a biblioteca municipal que ainda aí se encontra.

Jardim do Campo Pequeno




Nome Científico: Callistemon sp
Nome Popular: Escova-de-garrafa, lava-garrafas

Família: Myrtaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Austrália
Ciclo de Vida: Perene



Escova-de-garrafa é o nome popular das plantas do gênero Callistemon. Este género possui 34 espécies catalogadas, sendo a grande maioria delas originária da Austrália. As escovas-de-garrafa apresentam porte arbustivo ou de pequena árvore, alcançando de 3 a 7 metros de altura. As folhas são em geral pequenas, lanceoladas a lineares, verdes, perenes e aromáticas, tornando-se cor de bronze com o tempo.

No entanto é nas inflorescências que reside o encanto desta árvore, elas tem um formato cilíndrico com numerosos estames, semelhantes às escovas utilizadas para lavar garrafas.No Verão, elas dão lugar aos frutos, pequenos, lenhosos e bem aderidos aos ramos.
Nos jardins esta planta pode ser plantada como árvore isolada, mas presta-se a ser plantada para sebes , não muito compactas, mas vistosas se podadas regularmente.
A sua rusticidade e baixa manutenção, aliados ao seu crescimento moderado, fazem da escova-de-garrafa a árvore de eleição para os últimos arranjos paisagísticos da Câmara Municipal de Lisboa.

Devem ser cultivadas em pleno sol, não sendo exigentes quanto à fertilidade do solo. Em geral adaptam-se muito bem a solos secos. Apreciam o frio subtropical ou mediterrâneo e toleram as geadas. Podas radicais não são toleradas. Adubações anuais estimulam uma intensa floração. Multiplicam-se por sementes e por estaquia de ramos semi-lenhosos. Os pequenos frutos devem ser colhidos e armazenados em sacos de papel, em estufa morna e seca até a liberação das sementes.

sábado, 15 de janeiro de 2011

A minha varanda em Janeiro

A rosa Cecile Brunner que se enganou na estação...

O primeiro bolbo a florir - um muscari

Um heléboro que trouxe acabado de nascer de um jardim de Londres na Páscoa passada


Os bolbos começam a despontar

A haste da orquídea continua a crescer...

Os vasinhos de turfa com sementes de Primavera...